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Justiça Federal promove capacitação para fortalecer a segurança cibernética
Capacitação
A Corregedoria-Geral da Justiça Federal e o Centro de Estudos Judiciários do Conselho da Justiça Federal (CEJ/CJF) realizaram, nos dias 22 e 23 de junho, na sede do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), o curso “Exercícios de Segurança Cibernética na Justiça Federal”. A iniciativa, dividida em três turmas, está alinhada à Estratégia Nacional de Segurança Cibernética do Poder Judiciário (ENSEC-PJ), instituída pela Resolução CNJ n. 396/2021. A capacitação foi voltada para magistradas(os), gestoras(es) e equipes técnicas, com foco na atuação coordenada na prevenção, preparação e resposta a incidentes cibernéticos.
O secretário da Corregedoria-Geral da Justiça Federal e delegado da Polícia Federal, Élzio Vicente da Silva, destacou que a ação educacional está alinhada às diretrizes da Corregedoria-Geral da Justiça Federal. “Ao preparar magistrados, gestores e equipes estratégicas para atuar diante de incidentes cibernéticos, buscamos ampliar a capacidade de resposta dos tribunais e garantir a continuidade dos serviços prestados à sociedade”, afirmou.
A proposta foi preparar os tribunais para enfrentar crises cibernéticas sob as perspectivas operacional, executiva e estratégica, reconhecendo que a gestão de incidentes vai além das equipes de Tecnologia da Informação (TI). Com simulações, exercícios tabletop e cenários realistas, o curso fortaleceu a governança, a coordenação intersetorial e a tomada de decisões.
Nesse contexto, o tutor das três turmas e chefe da Seção de Tratamento e Resposta a Incidentes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Hyago Santana, ressaltou a importância de incorporar a segurança cibernética à rotina institucional: “A segurança cibernética precisa fazer parte de todos os processos. Nosso objetivo é fortalecer essa cultura para que a proteção da informação seja vista como uma prática natural no dia a dia da instituição”, frisou.
O subsecretário de Segurança da Tecnologia da Informação do CJF, Nelio Alves da Silva, reforçou a relevância da iniciativa e destacou os ganhos proporcionados pela troca de experiências entre participantes. “A segurança depende de capacitação e integração entre as áreas. Esses exercícios práticos, com troca de experiências entre os tribunais, ajudam a identificar melhorias nos controles e tornam a atuação em segurança mais efetiva”, finalizou.






