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Plano de Gestão do CJF para o biênio 2026 – 2028 define prioridades para fortalecer integração e coordenação da Justiça Federal

Nova gestão

por publicado: 27/08/2026 18h40 última modificação: 27/08/2026 18h40
Documento estratégico estabelece seis eixos de atuação e prevê gestão orientada por dados, transformação digital, inovação e aproximação com a sociedade

Fortalecer a atuação do Conselho da Justiça Federal (CJF) como órgão central de governança, inteligência e integração da Justiça Federal é um dos objetivos do Plano de Gestão do Órgão para o biênio 2026 – 2028, que teve início em 19 de agosto, sob a presidência do ministro Luis Felipe Salomão. O documento reúne as principais prioridades da nova gestão e foi apresentado ao corpo funcional em reuniões realizadas nos dias 24 e 26 de agosto na sede do Conselho.

A proposta tem como foco a geração de valor público para o jurisdicionado e a obtenção de ganhos sistêmicos para as seis Regiões da Justiça Federal. Com esse propósito, o planejamento está estruturado em seis eixos estratégicos:

  1. Coordenação e governança baseada em evidências;
  2. Transformação digital e integração tecnológica;
  3. Gestão da litigiosidade e articulação interinstitucional;
  4. Capital humano e gestão do conhecimento;
  5. Inovação, pesquisa e rede nacional da Justiça Federal; e
  6. Justiça Federal mais próxima à sociedade.

Elaborado com base no modelo de gestão Balanced Scorecard (BSC), o documento orienta a atuação institucional a partir de objetivos estratégicos encadeados, indicadores de resultado e responsabilidades definidas para cada eixo de atuação. A metodologia busca alinhar os resultados esperados para a sociedade à capacidade interna da instituição de executá-los.

Pilar de Sustentação

Além dos seis eixos estratégicos, o Plano de Gestão estabelece um pilar de sustentação, voltado a viabilizar a execução das iniciativas previstas para o biênio. Ele contempla três frentes: reestruturação organizacional (organograma); integração com o Superior Tribunal de Justiça (STJ); e governança e infraestrutura.

Na reestruturação organizacional, o documento prevê a atuação da Secretaria Estratégica e de Projetos (SE/CJF), vinculada à Presidência e responsável pela agenda estratégica e pelo portfólio de projetos prioritários do biênio; do Departamento de Pesquisas da Justiça Federal (DPJF), voltado à produção de pesquisas, diagnósticos e subsídios técnicos para políticas judiciárias nacionais; e da Diretoria-Geral, responsável pela coordenação central dos serviços administrativos e pelo suporte à gestão do Conselho.

Já a integração administrativa entre CJF e STJ prevê o compartilhamento progressivo de estruturas de suporte nas áreas de ouvidoria, comunicação institucional, cerimonial e segurança institucional, com o objetivo de promover ganhos de escala, padronização e eficiência.

A terceira frente reúne ações de governança e infraestrutura, incluindo planejamento orçamentário, simplificação de contratações, acompanhamento de obras, atualização de marco normativo, infraestrutura física e segurança cibernética.

Acompanhamento

A execução do Plano de Gestão será acompanhada por meio de entregas incrementais, transparência ativa e monitoramento permanente dos indicadores de resultado. O documento prevê cronogramas com marcos trimestrais, métricas vinculadas a cada objetivo, definição de responsáveis, instrumentos normativos necessários e análise de riscos e recursos para cada projeto.

Para mais informações, acesse o Plano de Gestão do CJF para o biênio 2026–2028.