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“O CJF funciona como um farol para a Justiça Federal”, afirma ministro Luis Felipe Salomão em apresentação da nova gestão

Cooperação

por publicado: 27/08/2026 10h53 última modificação: 27/08/2026 10h53
Encontro aconteceu nesta quarta-feira (26) para apresentar os direcionamentos da gestão 2026-2028 e reforçar a importância do trabalho coletivo

Ao apresentar o Plano de Gestão para o biênio 2026-2028 ao corpo funcional do Conselho da Justiça Federal (CJF), nesta quarta-feira (26), o presidente do Órgão, ministro Luis Felipe Salomão, destacou o papel estratégico de uma administração focada no aperfeiçoamento da prestação jurisdicional e na valorização de servidoras(es) e colaboradoras(es). “O CJF funciona como um farol para a Justiça Federal”, afirmou o ministro durante o encontro.

A apresentação buscou esclarecer as principais mudanças e a nova estruturação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do CJF, bem como estreitar o diálogo entre as equipes. O Plano de Gestão consolida o CJF como órgão central de governança, inteligência e integração da Justiça Federal, com foco na geração de valor público mensurável ao jurisdicionado e em ganhos para as seis Regiões. A reunião também abriu espaço para o esclarecimento de dúvidas e o recebimento de sugestões do corpo funcional.

O ministro Salomão manifestou a visão que orientará a nova etapa do CJF e ressaltou a relevância do trabalho desenvolvido para o fortalecimento institucional e para a formulação de políticas públicas no Poder Judiciário. O presidente do Conselho reforçou ainda que a gestão valoriza o trabalho realizado pelas equipes e pretende estimular a participação de servidoras(es) na construção dos próximos caminhos. “É muito importante que todos possam se engajar, aprimorar e apresentar sugestões. O que queremos é potencializar as ações do CJF e seguir prestando um serviço comprometido, com uma atuação cada vez mais próxima”, destacou.

Representando a Corregedoria-Geral da Justiça Federal (CG), o juiz federal Rodrigo Gonçalves de Souza enfatizou a disposição da CG para atuar de forma integrada com a nova administração do Conselho. Segundo o magistrado, o novo gerenciamento já demonstra uma proposta baseada no diálogo e na aproximação entre diferentes áreas. “É motivo de grande orgulho poder participar desta gestão, que já se mostra exitosa desde o primeiro dia, não apenas pelo projeto apresentado, mas pela forma como o trabalho vem sendo conduzido junto aos magistrados e aos servidores”, afirmou.

 


Construção coletiva

Mais do que uma apresentação sobre estruturas e projetos, o encontro foi marcado pela aproximação com o corpo funcional e pelo convite à participação ativa. A proposta foi compartilhar os desafios e as perspectivas para os próximos dois anos e reforçar que os resultados esperados para o biênio dependem do envolvimento de toda a equipe.

O momento também abriu espaço para uma reflexão sobre as transformações que acompanham o início de um novo ciclo. As mudanças previstas buscam responder às necessidades identificadas no funcionamento das instituições, aperfeiçoar processos e aproximar áreas. A expectativa é que esse movimento contribua para um CJF mais integrado, eficiente e preparado.

Nesse sentido, o secretário-geral do CJF, juiz federal Otávio Henrique Martins Port, destacou a sinergia entre as (os) integrantes da nova administração e a importância do apoio das equipes para o cumprimento das metas estabelecidas para os próximos anos. “Estamos iniciando um novo projeto e esperamos contar com o apoio e a colaboração de todos para conseguir cumprir essa missão e realizar as entregas previstas para esta gestão”, afirmou.

A secretária de Estratégia e Projetos do CJF (SEP/CJF), juíza federal Vânila Cardoso André de Moraes, ressaltou o papel da nova unidade para fortalecer a governança e a inovação. Para a magistrada, o novo desenho organizacional representa, ao mesmo tempo, o reconhecimento da trajetória construída pelo Conselho e a abertura de caminhos para o futuro. “Esse organograma resgata uma parte do passado e, ao mesmo tempo, olha para o futuro. Acredito muito na estratégia e no trabalho coletivo, porque é a partir dele que surgem as grandes ideias. Todos nós estamos trabalhando juntos por uma Justiça melhor”, declarou.

Já o diretor-geral do CJF, Alessandro Garcia Vieira, enfatizou o aperfeiçoamento de processos de trabalho: “Vamos atuar no sentido de melhorar os processos de trabalho e promover a valorização de servidoras e servidores.”

Também ressaltando a importância da colaboração como um dos pontos de partida para o novo ciclo administrativo, o secretário de Auditoria do CJF (SA/CJF), juiz federal Erivaldo Ribeiro dos Santos, afirmou que “na transição, os dois grupos deram as mãos para compreender o momento da instituição e identificar o que era possível fazer. Esse espírito de colaboração é o que queremos levar para esta nova etapa”.

Gestão e integração

Na reunião, também foi apresentado o novo modelo de integração administrativa entre o Conselho e o Superior Tribunal de Justiça (STJ). A proposta prevê o compartilhamento progressivo de algumas estruturas e representa uma nova experiência para as duas instituições, que passam a unir competências e recursos em atividades de interesse comum.

Representantes das áreas envolvidas estiveram presentes para comentar sobre os ganhos esperados com a atuação conjunta: a secretária de Comunicação Institucional CJF/STJ, Mariana Oliveira; a secretária de Segurança Institucional, delegada da Polícia Federal Denisse Dias Rosas Ribeiro; a assessora-chefe de Cerimonial e Eventos, Ana Carla Teixeira de Matos Lima Caetano; e o secretário de Relações Internacionais do STJ e do CJF, embaixador Paulo Rocha Cypriano.

Em suas manifestações, as (os) representantes ressaltaram que a união de conhecimentos e estruturas poderá potencializar serviços, ampliar a visibilidade das iniciativas e gerar novas possibilidades de atuação. A expectativa é que a cooperação entre as áreas resulte em entregas mais eficientes e fortaleça a atuação conjunta do CJF e do STJ.